Não é uma caixa: educadores recebem formação com base em obra literária infantil
28 de janeiro de 2019 Notícias, Portal
Não é uma caixa destaque

A infância é, sem dúvidas, a fase mais nostálgica da vida. Há quem peça que as crianças nunca cresçam e há quem diga que, por mais crescido que esteja, sempre será uma eterna criança. Isso porque essa fase da vida é marcada por uma série de descobertas e desafios, onde o mundo começa a ser desvendado e as crianças são personagens de suas próprias histórias.

Não é uma caixa (1)Foi justamente com o objetivo de reviver a infância, que os pedagogos e pedagogas da Educação Infantil do Colégio Notre Dame Brasília participaram de formação complementar, na quarta-feira (23), durante a semana pedagógica. Com base na obra infantil  “Não é uma caixa”, escrita por Antoinette Portis, os docentes deram asas à imaginação. A narrativa diz respeito à um coelho que adora brincar com a sua caixa. Ao ser questionado sobre a razão pela qual brinca com um objeto tão simples, ele rebate: “NÃO É UMA CAIXA!”. A justificativa? Dentro dela, o coelho, transforma-se, então, em um piloto em seu carro de corrida, num prédio em chamas e tantas outras coisas que a sua imaginação consegue inventar.

Em um jogo de perguntas e negações, a obra destaca-se como um elemento perfeito para brincar com a imaginação do leitor, uma vez que a composição literária conta com um antagonismo de interpretações, através de um sequenciamento curioso de frases e ilustrações, onde o que aparece nas imagens não corresponde à realidade.

Não é uma caixa (12)Desafiados a montarem as suas próprias ‘não-é-uma-caixa’, os educadores foram capazes de evidenciar a distância entre o universo daqueles que se permitem imaginar e daqueles que já não encontram tamanha facilidade em fazê-lo, talvez, porque não veem mais sentido neste exercício ou, simplesmente, por não lembrarem mais como enxergar mais do que a superficialidade do comum.

Ao apresentarem os resultados da dinâmica, os educadores puderam relembrar a sua infância, como comentou a pedagoga Ana Paula Santos. “Essa atividade me fez recordar os tempos de criança, quando eu construía as casas das minhas bonecas com caixas de papelão”, comentou, expondo a sua obra.

Não é uma caixa (14)A Coordenadora da Educação Infantil, Adriana Mônica, diz que a ação refletirá diretamente na maneira como os educadores irão lidar com as brincadeiras lúdico-pedagógicas desenvolvidas ao longo do ano letivo. “A intenção é que os educadores estejam preparados para aprimorar a imaginação dos nossos educandos, elemento primordial para o desenvolvimento deles”, destacou.

Todos os brinquedos desenvolvidos pelos docentes serão utilizados ao longo do ano letivo como complemento às atividades lúdicas desenvolvidas em sala de aula.

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